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Julie Beaufils, <em>Freedom 30</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>The next world</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>Astrology card</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, Modern amazone 2, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 195 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>Wild fish</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>Modern amazone 1,</em> 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
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Julie Beaufils, <em>Freedom 30</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>The next world</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>Astrology card</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, Modern amazone 2, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 195 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>Wild fish</em>, 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
Julie Beaufils, <em>Modern amazone 1,</em> 2017, acrílica e nanquim sobre tela, 130 × 130 cm - Mendes Wood DM
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25/05 – 29/07 2017


Mendes Wood DM tem o prazer de apresentar o projeto True Myths da artista francesa Julie Beaufils no Brasil. Tendo como ponto de partida a observação da cidade como um organismo em função do tempo, a artista apresenta uma série de pinturas que proporcionam um exercício de deslocamento temporal para o observador.

Beaufils tange a figuração e o abstracionismo a partir de sua escolha para o uso de cores e estruturas gráficas, explorando o espaço entre o que você vê e o que passa desapercebido. A pesquisa da artista propõe uma reflexão sobre a presença do efêmero – como um momento é construído na mente do observador, como as memórias funcionam – usando a pintura como mídia.

A cidade e a maneira como lidamos com o ambiente são os dois pontos de partida para o reconhecimento ou estranhamento do olhar sobre as coisas ao redor. Em sua primeira visita a São Paulo – cidade que esteticamente transita entre construções pós-coloniais e modernistas – a artista levanta um questionamento sobre identidade fluida, que não se prende a uma necessidade de se conservar, mas sim de transitar sobre novos territórios e considerar a responsabilidade da forma como uma maneira de se diluir em diversas referências estéticas.

As telas propõem estruturas que abram espaços inesperados de intimidade, exatamente onde a intimidade parece menos possível. Os espaços vazios na pintura determinam a escolha pelo ritmo ao invés de um objeto preciso. Não objetificar essa observação da cidade, resulta em encontrar o lugar comum entre as cidades, independente da geografia, levando o expectador a uma proximidade proposta pela artista.

Julie Beaufils (Paris, 1987) vive e trabalha em Paris. A artista apresentou exposições recentes em: Balice Hertling, Paris; Oberduin&Co, Los Angeles; The Kunsthalle, Mulhouse.

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